Apresentado por hfm em 17/09. Primeiro o confronto entre o mapa do aluno e o do professor — feitos sem um ver o outro — com a imagem, as cinco perguntas para a sala e o resumo simples. Depois, os 17 mapas de futuro feitos para este tema: a skill do professor (2031 e horizontes até 2056), a futures-wheel original e as skills da turma, cada um com pranchas ilustradas, esquemas da roda e o documento completo.
O aluno e o professor fizeram, sem se ver, dois mapas do que pode acontecer neste tema até 2031. Onde os dois batem, onde não batem e cinco perguntas para a sala:
Essa concentração de poder é previsão para 2031 ou fato já acontecido?
Se o programa faz a tarefa e não volta ao site, quem conta que ela foi concluída?
Que prova, vinda de fora de quem vende a tecnologia, mostraria que as pessoas querem delegar?
Se nenhuma rede de programas conversando entre si existir, o problema de segurança some?
Vence quem segue regras claras, quem controla a lista, ou ninguém consegue conferir?
4 raízes20 · 23 · 14 efeitos32 fontes32/32 linksok verificadormedia confiança30 min tempo
A web foi construída sobre um acordo tácito: você lê de graça e eu ganho na sua atenção. Esse acordo pressupõe que quem lê tem atenção — e o leitor deixou de ser uma pessoa. Este mapa deriva quatro rupturas do fato de o visitante ser um programa: o site passa a publicar ferramentas e não páginas; o acesso passa a ser negociado e precificado na própria requisição; a mesma URL passa a devolver coisas diferentes conforme o propósito declarado de quem pede; e a descoberta deixa de ranquear relevância para humanos e passa a ranquear operabilidade por máquina. A âncora de hoje é dura e medida: em abril de 2026 a rede da Cloudflare emitia mais de um bilhão de respostas HTTP 402 por dia para crawlers de IA; o crawler da Anthropic buscava, segundo dados da própria Cloudflare, cerca de 38.000 páginas para cada visita que devolvia; o Chrome abriu em maio de 2026 o teste público de uma API (WebMCP) que deixa a página declarar ferramentas ao agente; e 68,01% das buscas no Google nos primeiros quatro meses de 2026 terminaram sem clique. Ao mesmo tempo, o sinal mais divulgado da web agêntica é oco: dos 137 mil domínios auditados pela Ahrefs, 97% dos arquivos llms.txt não receberam nenhuma requisição em maio de 2026. A aposta central deste mapa é que a bifurcação não acontece por adesão de quem publica, e sim por
22 min tempo21.8 M tokens de entrada151 k saídaUS$ 19.85 preço equiv.claude-ax conta
A web foi desenhada para olhos humanos e está sendo reorganizada para programas, em duas camadas que avançam em velocidades diferentes. A camada de declaração — Model Context Protocol (spec estável em 28/07/2026, sob a Agentic AI Foundation), WebMCP em origin trial no Chrome, llms.txt, A2A v1.0, dado estruturado — é a forma de um site dizer à máquina o que ele faz, em vez de desenhar para quem olha. A camada de porteiro e de caixa — bloqueio de robôs por padrão na borda desde 15/09/2026, Content Signals, RSL, pay-per-crawl virando pay-per-use, HTTP 402 e x402, Web Bot Auth no IETF — decide quem entra e quanto paga. No meio, uma métrica nova: 'prontidão agêntica', nota de 0 a 100 para um visitante que não tem olhos, não vê anúncio e não clica.
Pranchas ilustradas ainda em geração para este mapa.
3 raízes6 · 12 · 16 efeitos15 fontes14/15 linkscom ressalvas verificadormedia confiança15 min tempo3.2 M tokens de entrada66 k saídaUS$ 4.89 preço equiv.claude conta
A web foi construída para olhos. Está sendo reequipada para programas, e a reequipagem já saiu do papel: a Cloudflare mede a "prontidão agêntica" dos 200 mil domínios mais visitados desde abril de 2026, cobra por requisição de máquina com HTTP 402 desde julho de 2025, e a partir de 15 de setembro de 2026 bloqueia por padrão, em domínios novos, crawlers de treino e de agente em páginas com anúncio. O que este mapa sustenta é que a mudança não é de interface, é de unidade de publicação: o objeto que um site coloca no ar deixa de ser um documento renderizado e passa a ser uma capacidade chamável, com preço e identidade na porta. Disso derivam três rupturas — o site publica capacidade e não página; o ranking passa a medir chamabilidade e não relevância; e o acesso automatizado vira contrato explícito, matando o robots.txt como instrumento de governança. O mapa também registra o que a evidência não sustenta: o llms.txt, tratado como peça central da web agêntica, está em 10,13% dos domínios e nenhum grande provedor confirma lê-lo; o x402 tem infraestrutura de bilhões e US$ 28 mil de volume diário, metade dele artificial; e o tráfego agêntico caiu 4,3% em maio de 2026 enquanto a taxa de bloqueio subia. A curva não é monotônica, e este mapa aposta que a reorganização acontece pela camada de admissão e cobrança — não pela camad
3 raízes6 · 9 · 7 efeitos12 fontes12/12 linksok verificadormedia confiança12 min tempo3.6 M tokens de entrada59 k saídaUS$ 5.02 preço equiv.claude conta
The web was built to be read by eyes and is now, measurably, read mostly by programs: as of 4 June 2026, Cloudflare reported 57.4% of HTTP requests as bot-originated against 42.6% human. That crossover arrived roughly eighteen months earlier than Cloudflare's own CEO expected. This map takes the theme's premise — that the web is being reorganized for agents — and tests it against what can actually be opened and read today. The finding is uncomfortable for the premise: the reading side of the shift has already happened, while the publishing side has barely started. Cloudflare's own scan of the 200,000 most visited domains found fewer than 15 sites carrying the capability standards it scores. The machine-readable layer that the theme names first, llms.txt, was explicitly declared unnecessary by Google in May 2026. So the three root disruptions below are not "the web adopts agent protocols". They are: the page stops being the interface (WebMCP), machine access stops being free and anonymous (Web Bot Auth plus per-request payment), and the majority visitor stops being human — which strands the metric that pays for the web. Confidence is media, and the single wildcard that would collapse the whole map is the one with the best source behind it: agents may simply get good enough at reading human HTML.
Pranchas ilustradas ainda em geração para este mapa.
3 raízes6 · 12 · 18 efeitos13 fontesmedia confiança13 min tempo4.3 M tokens de entrada59 k saídaUS$ 5.15 preço equiv.claude conta
A web foi construída para olhos humanos e está sendo reescrita para programas: 57,4% das requisições na rede da Cloudflare já não vêm de pessoas. Em jogo não está uma camada nova de API, e sim a queda de três pressupostos fundadores da web aberta — visitante anônimo, acesso gratuito, página como unidade publicada. Em seu lugar surgem identidade criptográfica do visitante, preço embutido na resposta HTTP e sites que declaram capacidades tipadas em vez de documentos. Nenhuma das três se concretizou: a especificação de identidade é rascunho expirado, a cobrança por crawl segue em beta fechado, a API de capacidades roda atrás de flag. O mapa projeta até 2031 o que muda em publicidade, jornalismo e acessibilidade quando o principal leitor de uma página é um programa que nunca a renderiza.
Pranchas ilustradas ainda em geração para este mapa.
Esquemas: roda, cascatas, linha do tempo, cenários, sinais
futurizacao-jcsc (aluno)
skill de aluno · Claude Code
3 raízes7 · 13 · 16 efeitos12 fontes10/10 linksok verificadormedia confiança17 min tempo4.6 M tokens de entrada72 k saídaUS$ 5.85 preço equiv.claude conta
Até 2031, o visitante majoritário de um site já não é uma pessoa — em junho de 2026 o tráfego automatizado passou de metade das requisições HTML medidas pela Cloudflare —, e a web está sendo reprojetada em três frentes simultâneas: o site passa a declarar funções chamáveis para o agente dentro do próprio navegador (WebMCP, aceito no W3C Web ML CG em setembro de 2025 e em preview no Chrome 146 desde fevereiro de 2026); a porta do site passa a cobrar e a pedir crachá da máquina (HTTP 402, rsl.txt, Web Bot Auth — com a Cloudflare bloqueando por padrão crawlers de Treinamento e de Agente em páginas com anúncio a partir de 15/09/2026); e o agente que navega passa a ser indistinguível de uma pessoa no log do servidor, o que quebra de uma vez paywall client-side, analítica e a própria ideia de robots.txt. O mapa é cético em dois pontos que o discurso do setor trata como resolvidos: a camada de protocolo ainda não é padrão (o draft de arquitetura do Web Bot Auth expirou sem adoção por grupo de trabalho da IETF) e a camada de pagamento ainda não tem demanda real (o x402 movimentava cerca de US$ 28 mil por dia em comércio genuíno no início de 2026, com metade da atividade classificada como artificial). O efeito de segunda ordem mais provável não é a web se abrir para máquinas: é ela se partir em duas, uma ca
Pranchas ilustradas ainda em geração para este mapa.
3 raízes6 · 9 · 9 efeitos19 fontes18/19 linkscom ressalvas verificadormedia confiança12 min tempo2.9 M tokens de entrada63 k saídaUS$ 4.64 preço equiv.claude conta
A web já é majoritariamente lida por máquinas, mas quase nada nela foi reescrito para máquinas. Esses dois fatos, medidos pela mesma empresa e no mesmo semestre, são o eixo deste mapa. A Cloudflare afirma que menos da metade das requisições de página HTML na sua rede vem de uma pessoa; e a mesma Cloudflare, ao auditar os 200 mil domínios mais visitados, encontrou Content Signals em 4% deles, negociação de conteúdo em Markdown em 3,9%, e menos de 15 sites com MCP Server Card ou catálogo de API.
Pranchas ilustradas ainda em geração para este mapa.
4 raízes12 · 17 · 17 efeitos19 fontes19/19 linksok verificadormedia confiança20 min tempo5.9 M tokens de entrada94 k saídaUS$ 7.46 preço equiv.claude-aries conta
A web não está ficando "mais inteligente": está trocando de visitante, e com isso trocam de dono as quatro decisões que a sustentavam — o que se publica, quem entra, quem paga e quem escolhe. Este mapa sustenta que são quatro rupturas distintas, não quatro faces da mesma. A primeira: a página deixa de ser a unidade de entrega e o site passa a publicar ferramentas — o Chrome embarcou uma auditoria de "agentic browsing" na configuração padrão do Lighthouse 13.3 em 7 de maio de 2026, que verifica registro de ferramentas WebMCP, árvore de acessibilidade, estabilidade de layout e llms.txt. A segunda: entrar na web deixa de ser anônimo por padrão para quem não é gente — a Cloudflare marcou 15 de setembro de 2026 para bloquear por padrão crawlers de uso misto em páginas com anúncio, e o Web Bot Auth, que assina requisição com chave, foi adotado por grupo de trabalho do IETF em 1º de setembro de 2026, depois de já estar em produção. A terceira: o pagador deixa de ser o leitor — a razão entre o que um crawler busca e o que ele devolve em visitas chegou a ordens de milhares para um, 52% do crawling de IA em junho de 2026 era para treino, e a Cloudflare trocou cobrança por busca (Pay Per Crawl) por cobrança por uso em resposta (Pay Per Use). A quarta: a descoberta migra de ranquear páginas por relevância para selecionar serviços por capacida
Pranchas ilustradas ainda em geração para este mapa.
Esquemas: roda, cascatas, linha do tempo, cenários, sinais
futurizacao-mjbo (aluno)
skill de aluno · Claude Code
3 raízes6 · 12 · 16 efeitos15 fontes15/15 linksok verificadormedia confiança12 min tempo2.7 M tokens de entrada58 k saídaUS$ 4.35 preço equiv.claude-ax conta
A web está sendo reorganizada para um visitante que não tem olhos. Em junho de 2026, requisições automatizadas já eram 57,5% do tráfego HTML medido pela Cloudflare, e a relação entre páginas rastreadas e visitas devolvidas chegou a 50.000 para 1 em alguns rastreadores — o acordo tácito que sustentava a web aberta (deixo você ler, você me manda gente) quebrou nos números antes de quebrar no discurso. Três rupturas derivam daí: o site passa a declarar o que sabe fazer em vez de exibir (MCP, com 10 mil servidores em produção, e WebMCP, em origin trial no Chrome); o acesso de máquina passa a ser cobrado por requisição (x402, Pay Per Use da Cloudflare, ACP, AP2); e o visitante automatizado passa a ter de provar quem é para entrar (Web Bot Auth, e uma decisão judicial de março de 2026 estabelecendo que a permissão do usuário não equivale à autorização do site). O mapa aponta para uma web em três faixas — aberta a humanos, aberta a agentes identificados, fechada — e para um deslocamento do ofício de design: da tela para o contrato de ferramenta. A aposta mais frágil é a do pagamento por requisição, cujo histórico de antecessores é um cemitério; a mais consolidada é a do controle de entrada, que já está em produção e já tem jurisprudência.
Pranchas ilustradas ainda em geração para este mapa.
Esquemas: roda, cascatas, linha do tempo, cenários, sinais
futurizacao-alpa2 (aluno)
skill de aluno · Claude Code
3 raízes9 · 18 · 14 efeitos8 fontes9/9 linksok verificadormedia confiança12 min tempo2.0 M tokens de entrada54 k saídaUS$ 3.73 preço equiv.claude-ax conta
A web está ganhando uma segunda porta. Não uma versão simplificada da primeira: uma porta com gramática própria — ferramenta declarada em vez de página renderizada, identidade criptográfica em vez de User-Agent declarado na palavra, preço por requisição em vez de acesso gratuito trocado por audiência. Três coisas estão se movendo ao mesmo tempo, e é a coincidência delas que faz o tema ser de agora e não de 2023: o navegador começou a oferecer uma API para o site declarar o que sabe fazer (WebMCP, draft W3C de fevereiro de 2026, implementação em Chrome Canary atrás de flag); a infraestrutura de borda começou a cobrar e a assinar o tráfego de máquina (pay-per-crawl em beta fechado, Web Bot Auth com grupo de trabalho no IETF, x402 com 75,41 milhões de transações nos últimos trinta dias); e nasceu uma descoberta que ordena sites por capacidade executável, não por relevância de texto.
Pranchas ilustradas ainda em geração para este mapa.
Esquemas: roda, cascatas, linha do tempo, cenários, sinais
futurizacao-jgpt (aluno)
skill de aluno · Claude Code
4 raízes11 · 21 · 21 efeitos11 fontes10/11 linkscom ressalvas verificadormedia confiança9 min tempo1.4 M tokens de entrada45 k saídaUS$ 3.13 preço equiv.claude-ax conta
A web está sendo reorganizada para um leitor que não tem olhos. Em junho de 2026 o tráfego HTML medido pela Cloudflare já era 57,5% de bots contra 42,5% de humanos; em 15 de setembro de 2026 a mesma empresa inverteu o default e passou a bloquear crawlers de treino e de agente em páginas com anúncio. Do outro lado, o Model Context Protocol saiu de 100 mil para 97 milhões de downloads mensais de SDK em dezesseis meses e teve o núcleo reescrito como protocolo sem estado, derrubando o custo de expor capacidade a uma máquina. Este mapa aceita quatro disrupções-raiz — o protocolo de capacidade, a porta paga, a inversão demográfica do tráfego e o agente embutido no navegador incumbente — e deriva delas 53 efeitos até 2031. O que ele sugere não é a morte da página, e sim a perda da visita como unidade: um conteúdo cuja versão canônica é estruturada, uma publicidade que migra para dentro da resposta, e uma negociação de acesso que passa a acontecer na borda, entre três ou quatro empresas de infraestrutura, longe de quem publica. O padrão mais falado do tema, llms.txt, foi rejeitado como disrupção: tem 10,13% de adoção e quase nenhum uso real.
Pranchas ilustradas ainda em geração para este mapa.
Esquemas: roda, cascatas, linha do tempo, cenários, sinais
futurizacao-hfm (aluno)
skill de aluno · Claude Code
3 raízes6 · 10 · 10 efeitos18 fontes18/18 linksok verificadormedia confiança10 min tempo2.5 M tokens de entrada51 k saídaUS$ 3.90 preço equiv.claude-ax conta
A web está sendo reorganizada para um visitante que não olha: em maio de 2026 o tráfego automatizado já superava o humano nas duas medições independentes consultadas, e a proporção entre o que os sistemas de IA leem e o que devolvem em visita chega a quatro dígitos. Deste desequilíbrio saem três rupturas, e só três se sustentam na evidência aberta. A primeira é de protocolo: com o MCP tornado sem estado em julho de 2026 e o WebMCP publicado como rascunho de comunidade no W3C em fevereiro de 2026 e em origin trial no Chrome 149, o site deixa de oferecer apenas uma tela e passa a declarar funções tipadas — a unidade de publicação sai do documento e vai para a ferramenta. A segunda é de porteiro: a partir de 15/09/2026 a Cloudflare separa crawlers por finalidade (busca, agente, treinamento) e bloqueia agente e treinamento por padrão em páginas com anúncio, enquanto o Web Bot Auth dá identidade criptográfica ao cliente — o acesso deixa de ser público por padrão e passa a ser negociado por identidade e propósito. A terceira é de preço: o HTTP 402, ressuscitado pelo pay-per-crawl e pelo x402, torna possível cobrar por requisição de máquina — só que a demanda ainda não apareceu, e é aqui que o mapa é mais frágil. Para quem projeta mídia e interação, a consequência de primeira ordem não é estética: a interface deixa de ser o único cont
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Esquemas: roda, cascatas, linha do tempo, cenários, sinais
futurizacao-jlsn (aluno)
skill de aluno · Claude Code
3 raízes6 · 12 · 12 efeitos9 fontes9/9 linksok verificadormedia confiança8 min tempo2.2 M tokens de entrada34 k saídaUS$ 3.16 preço equiv.claude-ax conta
A web foi desenhada para olhos. Está sendo reequipada para programas: llms.txt como sumário legível por máquina, WebMCP expondo o site como conjunto de ferramentas chamáveis, Web Bot Auth dando identidade criptográfica a quem rasteja e HTTP 402 transformando acesso de robô em transação. Três rupturas se combinam — o site publica capacidade em vez de página; o acesso de máquina vira preço por requisição; e a porta passa a decidir quem entra. Delas decorrem seis efeitos de primeira ordem que atingem diretamente quem projeta mídia e interação: a interface se desdobra em dois artefatos, o SEO se converte em disputa por prontidão agêntica, a publicidade perde inventário na fatia agêntica do tráfego e a "visita" deixa de ser a unidade de audiência. Até 2031 o risco central não é a web fechar — é ela se partir em duas, uma barata e comoditizada para quem navega à mão e outra cara, assinada e negociada para quem tem agente. A confiança do mapa é média: a camada de protocolo já existe e é mensurável, mas a adoção real ainda é minoritária (5,61% do top 10 mil em junho de 2026).
Pranchas ilustradas ainda em geração para este mapa.
Esquemas: roda, cascatas, linha do tempo, cenários, sinais
futurizacao-giordano · horizonte 2036 (10 anos)
skill do professor · Claude Code
4 raízes18 · 25 · 20 efeitos33 fontes32/32 linksok verificadormedia confiança30 min tempo9.9 M tokens de entrada134 k saídaUS$ 10.88 preço equiv.claude conta
A web foi construída para ser lida por olhos e está sendo reorganizada para ser chamada por programas — e a evidência de que a virada já aconteceu não é uma promessa de fabricante, é uma contagem de tráfego: em 3 de junho de 2026 o Cloudflare Radar registrou que 57,5% das requisições HTML da web são automatizadas e 42,5% humanas. Este mapa persegue quatro rupturas até 2036. A primeira é que a capacidade de um serviço passa a ser publicada como ferramenta chamável, não como página renderizada — o MCP saiu da Anthropic para a Linux Foundation em dezembro de 2025 e os SDKs somam ~97 milhões de downloads mensais; o WebMCP virou rascunho de grupo comunitário do W3C em 10/02/2026 e entrou em preview no Chrome 146. A segunda é que o acesso deixa de ser gratuito por padrão e passa a ser precificado por requisição de máquina: em 01/07/2026 a Cloudflare trocou a cobrança por crawl pela cobrança por uso em resposta, e a partir de 15/09/2026 passa a bloquear por padrão o rastreador de uso misto em páginas com anúncio. A terceira é que a interface migra da página para dentro do agente — a extensão MCP Apps foi ratificada em 26/01/2026 e já roda em Claude, ChatGPT, Goose e VS Code, enquanto a publicidade dentro do assistente atingiu US$ 100 milhões anualizados em seis semanas de teste. A qu
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3 raízes15 · 20 · 14 efeitos22 fontes21/21 linksok verificadormedia confiança29 min tempo10.4 M tokens de entrada128 k saídaUS$ 10.83 preço equiv.claude conta
Em 3 de junho de 2026 o tráfego automatizado passou o humano no tráfego HTML medido pela Cloudflare — 57,5% contra 42,5% — e a web deixou de ser, na média, um lugar para onde pessoas vão. Este mapa segue três rupturas que decorrem disso até 2041, e recusa como raiz a que mais aparece na imprensa (a otimização para IA, o "AEO"), porque ela é consequência de uma tecnologia que já está em maioria. A primeira ruptura é a declaração: o site deixa de ser só uma página e passa a se oferecer como conjunto de ferramentas invocáveis — Model Context Protocol no servidor, WebMCP (document.modelContext, Draft Community Group Report de 10 de setembro de 2026) dentro do navegador — o que transfere o lugar onde o valor é entregue da interface para a chamada de função, e transforma a descrição de uma ferramenta em peça de redação. A segunda é a cobrança: o código HTTP 402, dormente desde 1997, virou infraestrutura de borda na AWS e na Cloudflare em julho de 2026, e o robots.txt está deixando de ser um pedido de favor para virar uma tabela de preços por caminho — com a ressalva medida de que o comprador ainda não apareceu (cerca de US$ 28 mil por dia em volume real de x402 em março de 2026, metade disso transação artificial). A terceira é a perda de isonomia da URL: desde 15 de setembro de 2026 — três dias depois desta
Pranchas ilustradas ainda em geração para este mapa.
4 raízes19 · 26 · 22 efeitos34 fontes34/34 linksok verificadormedia confiança24 min tempo5.2 M tokens de entrada114 k saídaUS$ 7.70 preço equiv.claude conta
A web foi construída para olhos, e está sendo reorganizada para programas — mas não do jeito que a conversa da indústria sugere. Este mapa persegue quatro rupturas até 2046. A primeira: o site passa a expor ferramentas em vez de telas, e o ofício de projetar interface se divide entre quem desenha o que a pessoa vê e quem escreve o contrato que a máquina lê. A segunda: buscar um recurso passa a custar dinheiro na hora — o HTTP 402, código morto desde 1997, vira resposta rotineira, e a suposição fundadora de que o acesso é grátis porque a atenção paga depois deixa de valer quando não há atenção. A terceira: "visitar" deixa de ser um ato do corpo e vira um ato delegado, e a web precisa decidir — por contrato e por tribunal, não por especificação — se a visita é do agente ou de quem o mandou. A quarta: a descoberta muda de eixo, da atenção disputada para a invocação medida, e nasce um ranking de prontidão de máquina com o lugar que o PageRank ocupou. O achado que mais desloca o mapa é negativo e tem evidência dura: a prontidão agêntica, hoje, é em grande parte teatro — o llms.txt está em 10,13% de trezentos mil domínios e, num levantamento de logs de cerca de 900 domínios entre setembro de 2025 e abril de 2026, não houve uma única requisição verificada de bot de fronteira ao arquivo. A
Pranchas ilustradas ainda em geração para este mapa.
4 raízes15 · 17 · 17 efeitos15 fontes15/15 linksok verificadormedia confiança20 min tempo3.9 M tokens de entrada86 k saídaUS$ 5.88 preço equiv.claude conta
A web foi construída para olhos e está sendo reaparelhada para procuradores automáticos. Quatro rupturas sustentam este mapa, e nenhuma delas é "a IA lê o site": a unidade publicável deixa de ser a página e passa a ser a ferramenta tipada que o agente chama; o servidor passa a entregar coisas diferentes conforme a finalidade declarada e criptograficamente verificável de quem pede; o pagamento entra no próprio pedido HTTP, e o acesso ganha preço por requisição; e a ação da máquina começa a ser imputada ao humano que a instruiu, o que esvazia os Termos de Serviço como fronteira. Os números de hoje desmentem tanto o entusiasmo quanto o ceticismo: bots já passaram humanos em volume de tráfego, mas entre os 200 mil domínios mais visitados menos de quinze publicam um cartão de servidor MCP, e 97% dos arquivos llms.txt existentes nunca foram lidos por ninguém. O que se decide até 2056 não é se a máquina vai ler o site — ela já lê —, é se ela vai ler por um contrato ou por simulação de clique, quem paga a conta e se "visitar um site" continua significando a mesma coisa para todo mundo. A aposta central deste mapa é que não continua: a web se estratifica em faixas de serviço com preço, e a palavra "aberta" passa a querer dizer "acessível a qualquer agente mediante tarifa", não "gratuita".
Pranchas ilustradas ainda em geração para este mapa.